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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Os males do adoçante

Adoçante faz mal à saúde? Muitas pessoas evitam usar açúcares artificiais com medo dos males que eles podem causar. Mas também existem aquelas que abusam dos adoçantes sem ao menos saber suas conseqüências.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reduziu a quantidade máxima dos adoçantes sacarina e ciclamato em bebidas e alimentos.
Ela também aprovou o uso de três novas substâncias no país, taumatina, eritritol e neotam. A nova regulamentação para os edulcorantes, outro nome para adoçante, foi baseada em normas americanas e européias sobre o uso de aditivos em alimentos.
Para estabelecer limites máximos desses produtos artificiais em comidas e bebidas, a Anvisa se apóia na Ingestão Diária Aceitável (IDA) dos aditivos. A IDA estima quanto uma pessoa pode ingerir
de uma substância por dia e durante toda a vida, sem colocar sua saúde em risco. O cálculo desse índice pode ser feito pelo site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) no endereço:
As substâncias sacarina e ciclamato já são proibidas em alguns países. A primeira não pode ser usada no Canadá e a segunda nos Estados Unidos. Alguns testes feitos em camundongos resultaram em câncer na bexiga dos animais. Não é comprovado o risco em seres humanos, mas os estudos com animais incentivaram a proibição dos edulcorantes em alguns países e sua restrição no Brasil.
O médico endocrinologista Marcio Mancini, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade, acredita que os adoçantes consumidos dentro do limite recomendado são absolutamente seguros e não causam nenhum mal. "A maioria dos limites de consumo de adoçante foi determinada em estudos com animais. A dose máxima em humanos é 10% da dose mínima que mostrou qualquer tipo de toxidade em animais, então, a margem de segurança é bastante grande", garante o endocrinologista.
As substâncias sacarina e ciclamato já são proibidas em alguns países. A primeira não pode ser usada no Canadá e a segunda nos Estados Unidos. Alguns testes feitos em camundongos resultaram em câncer na bexiga dos animais. Não é comprovado o risco em seres humanos, mas os estudos com animais incentivaram a proibição dos edulcorantes em alguns países e sua restrição no Brasil.
O médico endocrinologista Marcio Mancini, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade, acredita que os adoçantes consumidos dentro do limite recomendado são absolutamente seguros e não causam nenhum mal. "A maioria dos limites de consumo de adoçante foi determinada em estudos com animais. A dose máxima em humanos é 10% da dose mínima que mostrou qualquer tipo de toxidade em animais, então, a margem de segurança é bastante grande", garante o endocrinologista.
Sobre a sacarose e o ciclamato, o especialista diz que em doses exageradas é impossível que seres humanos consumam esses edulcorantes. "Eles podem causar tumor na bexiga de ratos, mas não há casos em seres humanos", explica Mancini.
A nutricionista Edeli Simione de Abreu, de São Paulo, diz que o problema da toxidade da sacarina está associado com doses elevadas do adoçante. Em relação ao ciclamato, a especialista conta que algumas experiências com animais sugeriram o envolvimento do edulcorante com o desenvolvimento de neoplasias (câncer). "Esses edulcorantes devem ser utilizados somente como adoçante de mesa e não podem estar contidos em produtos diet e light, para evitar o excesso de consumo", diz a nutricionista.
Para Marcio Mancini, a restrição da Anvisa é uma precaução, pois o consumo de adoçantes aumentou bastante e as pessoas tendem a utilizar diversos produtos com aditivos artificiais. A respeito dos novos edulcorantes aprovados, Mancini acha errado dizer que são adoçantes que "causam menos mal". "Parece que estão falando de veneno. Eles são mais modernos, mas não significa que os outros causam tão mal assim", diz. Segundo o especialista, alguns refrigerantes continham uma quantidade de ciclamato capaz de fazer o consumidor atingir a dose máxima permitida mais facilmente. "Mas até onde eu sei, a maioria dos refrigerantes não contém mais ciclamato. Agora eles têm aspartame e sacarina", conta ele.
Para quem pretende escapar do adoçante e do açúcar, mas quer manter seus alimentos e bebidas doces, a nutricionista Edeli Simione não vê muita alternativa. "Somente se utilizar o mel, mas isso será tão calórico quanto a sacarose", afirma ela. No entanto, a nutricionista diz que existe um novo adoçante no mercado, a sucralose. "É um derivado da sacarose. Não acarreta em problemas e tem um sabor agradável", sugere.
Já o endocrinologista dá uma nova dica para os consumidores que não querem usar edulcorantes e também não apostam no açúcar. "Pode-se utilizar frutose. É um tipo de açúcar que tem um poder adoçante muito maior que sacarina. Usa uma quantidade pequena de açúcar, mas tem um gosto bem mais doce", diz. De acordo com Mancini, a frutose é recomendada para pacientes com diabetes.
Este é o caso da professora aposentada Daizi Aleixo. Diabética há 25 anos, ela trocou o açúcar pelo adoçante por causa da doença. Daizi se considera consumidora assídua de edulcorantes. Só no café ou no leite, a professora coloca mais de cinco gotas. "Eu sei que o aspartame retém no organismo e o organismo não consome ele, mas não posso abandonar. O açúcar faria muito mais mal", lamenta.
Daizi Aleixo considera necessárias as novas recomendações da Anvisa e opina. "É bom saber os malefícios e que a quantidade de aditivos nos produtos é controlada. Tudo em excesso faz mal, até a cautela", declara.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

DIABETES – QUAIS OS SINTOMAS E COMO EVITAR

DIABETES – QUAIS OS SINTOMAS E COMO EVITAR
Hoje a população brasileira está sofrendo com uma doença bastante séria e que cada dia tem infelizmente ficado mais comum, a Diabetes.
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A Diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla que vem da falta de insulinano corpo causando o aumento de glicose (açúcar) no sangue. O pâncreas é o órgão responsável por produzir a insulina e o problema ocorre, pois ele não consegueproduzir este hormônio em quantidade suficiente para suprir as necessidades do corpo.
Existem 2 tipos de Diabetes e entender como cada tipo funciona é fundamental para não deixar essa doença se agravar.
DIABETES TIPO 1
O primeiro tipo de Diabetes é causado por um defeito no sistema imunológico, ou seja, é um defeito genético que faz com que os anticorpos ataquem as células que produzem a insulina. Esse caso é mais raro e aparece em cerca de 7% a 11% dos pacientes que possuem Diabetes.
DIABETES TIPO 2
Esse tipo de Diabetes está ligado principalmente com a obesidade e sedentarismo e pesquisas comprovam que 60% a 90% dos pacientes diagnosticados com Diabetes são obesos. Neste caso o pâncreas gera produz normalmente a insulina que o corpo precisa, mas o problema é que as células musculares e adiposas não conseguem absorver o hormônio fazendo com que não haja um metabolismo suficiente da glicose na corrente sanguínea.
PRÉ DIABETES
Esse termo é dado para os indivíduos que estão entre a vida saudável e a Diabetes do Tipo 2, ou seja, ele tem um pré-disposição para ter a doença. Lembrando que no caso da Diabetes Tipo 1 não existe pré Diabetes, pois o individuo já nasce com uma predisposição genética de ter a doença.
Os sintomas gerais da Diabetes são:
– Vontade de urinar diversas vezes;
– Fome frequente;
– Sede constante;
– Fraqueza;
– Fadiga;
– Nervosismo e Mudanças de humor;
– Náusea e Vômito.
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Para verificar se você está em algum dos casos citados, existe uma exame chamado Glicemia que consegue classificar se você possui Diabetes e qual a sua classificação. Lembrando que as taxas normais deste exame são de 100 mg/dl a 125 mg/dl, acima disso já é considerado como Diabetes.