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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

BENEFÍCIOS QUE A PIMENTA TRAZ À NOSSA SAÚDE

Mais do que um simples condimento, ela previne uma série de doenças e auxilia no emagrecimento, entre outras vantagens.
A pimenta também pode melhorar o nosso humor
Tradicionalmente, a pimenta não costuma fazer parte dos pratos paulistas – digamos, assim, que somos meio “sensíveis” a este ingrediente. Mas não é nada muito exagerado. Se tiver que enfrentar, a gente enfrenta. Não é? Ainda mais quando passamos a saber dos benefícios que ela pode trazer à nossa saúde.
Esses benefícios não são nenhuma novidade. A medicina ayurvédica, originada na Índia há mais de 7 mil anos, já se utilizava da pimenta para tratar de doenças. Considerando que ela serviu de base para a medicina tradicional chinesa, árabe, romana e grega, podemos concluir que o uso da planta na prevenção e no tratamento de doenças não é exclusividade dos nossos dias.
Mas para aqueles que preferem a credibilidade positivista, estudos nacionais e internacionais vêm comprovando que a planta pode auxiliar no emagrecimento, aliviar dores de cabeça, agir contra o reumatismo, o colesterol alto, até o câncer e, sério, muitos outros benefícios.

A grande responsável pelos resultados positivos da ingestão da pimenta é a capsaicina, princípio ativo da planta. Segundo a renomada revista americana U.S.Pharmacist, ela afeta a produção e liberação da substância P no organismo, que é um princípio químico que tem como uma de suas funções a comunicação dos sinais elétricos da dor. Diminuindo a quantidade da substância P no sistema nervoso periférico, a capsaicina age como um analgésico no organismo. A substância P também parece estar envolvida com o desenvolvimento da artrite reumatóide, e, portanto, a capsaicina igualmente auxiliaria nessa doença.
Além disso, o princípio ativo da pimenta acelera o metabolismo do nosso organismo (facilitando a queima de gordura), auxilia na liberação de endorfina (o hormônio do prazer), ajuda na desobstrução dos vasos sanguíneos (podendo evitar ataques cardíacos ou derrames cerebrais) e no tratamento da rinite aguda. Ufa, não é pouca coisa – mas saiba que tem mais.
Além da capsaicina, a pimenta carrega uma quantidade considerável de vitamina A, C e E e de bioflavonóides, substâncias que têm propriedades antioxidantes e combatem a ação danosa dos radicais livres no organismo. Os radicais livres, por sua vez, estão relacionados com doenças degenerativas como, por exemplo, o Parkinson e o Alzheimer.
Por isso tudo a pimenta é considerada como um alimento funcional – aqueles que auxiliam na manutenção da saúde e diminuem o risco de doenças. Para citar alguns falemos de aveia, brócolis, cenoura, iogurte, peixe, semente de linhaça, soja e chá verde.
Como tudo na vida, é necessário que o consumo seja consciente. Se ingerimos pimenta em demasia provavelmente teremos efeitos que em nada se assemelharão a benefícios. Mas a ideia de que o condimento pode nos causar hemorroida ou não pode ser consumido por quem sofre de pressão alta é errônea de acordo com o livro Pimenta e Seus Benefícios à Saúde, do Dr. Marcio Bontempo. A hemorroida pode ser agravada pelo consumo em excesso da pimenta, mas nunca causada por ela, e a planta não é contra-indicada, se consumida moderadamente, para quem sofre de pressão alta.
Portanto, uma lista dos possíveis benefícios da pimenta seria mais ou menos assim:
  • Alteração (positiva) do humor
  • Ação antiinflamatória
  • Ação analgésica
  • Auxílio no emagrecimento
  • Aumento da capacidade pulmonar
  • Controle do nível de glicose no sangue
  • Prevenção e tratamento de doenças como artrite, reumatismo, Alzheimer, Parkinson, derrames cerebrais, ataques cardíacos, câncer
Como se isso não bastasse, a pimenta, obviamente, também ajuda a aquecer. Mas, sabe, hombre, sobre esse efeito eu esconderia o jogo – ter uma mulher mal aquecida ao lado também traz grandes benefícios. Desde que você tenha capacidade de aquecê-la, é claro.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Saiba os riscos que uma alimentação restritiva pode trazer à sua saúde

Não tem jeito, por mais que a gente saiba que as atrizes precisam transformar seus corpos para se enquadrar em um papel ou outro, muitas vezes o feito de uma celebridade pode instigar algumas mulheres a traçarem o mesmo caminho. A consequência disso são as dietas da moda que prometem eliminar medidas quase que instantaneamente, o que não é verdade.
Ok, pode até ser que algumas dietas realmente mandem embora todos os quilinhos extras que queria, mas como será que ficou a sua saúde ou, pior do que isso, será que você conseguirá manter o peso?
O último burburinho nessa área vem de Hollywood e coloca Anne Hathaway sob os holofotes, já que para encarar a personagem Fantine, na adaptação cinematográfica do musical Les Misérables, a bela foi obrigada a encarar uma dieta super restritiva que limita sua ingestão diária de comida a apenas 500 calorias, ao invés das 2 mil que consumia antes.
Tudo bem que o esforço é temporário, mas o exemplo não vale para as reles mortais. Para quem quer emagrecer, basta pesquisar na internet ou olhar as revistas femininas para saber que existem todos os tipos imagináveis de dietas e, entre elas, há as que de fato propiciam o emagrecimento saudável, enquanto outras não contam com qualquer embasamento médico ou científico.
Segundo a nutricionista Alessandra Rocha, antes de mais nada as pessoas precisam entender que o termo ‘dieta’, vem do latim "dietare" e refere-se aos hábitos alimentares e ao estilo de vida de uma pessoa. Ou seja, não tem nada a ver com restrição alimentar. Se você não vê a hora de emagrecer, escolher uma das ‘dietas da moda’ é bastante tentador.
No entanto, é importante lembrar que a maioria desses programas pecam pela desatenção ao conteúdo nutricional pois restringem a alimentação de forma drástica, enquanto permitem exageros na ingestão de determinados tipos de alimentos, o que pode se transformar em um verdadeiro perigo para a saúde. "O ponto mais importante na hora de escolher uma dieta é saber que nenhum alimento faz milagres por si só. Cada um tem suas propriedades e é necessária a harmonização dos mesmos", afirma a especialista.
O autoconhecimento e a disciplina são fatores fundamentais para os resultados de uma dieta. As pessoas precisam entender que o processo de engordar ou emagrecer não acontece de súbito, mas sim lentamente. Então, criar metas rígidas de emagrecimento, com o desejo de perder 10 ou 15 quilos em poucas semanas, pode ser listado como um dos principais fatores que impedem os resultados positivos. "Dietas radicais não oferecem o mínimo de nutrientes necessários por dia e a pessoa ainda perde água (fica desidratada) e músculos (perde massa magra, que ninguém quer perder)", explica.
A alimentação saudável fornece os nutrientes necessários para o organismo. Dietas por demais restritivas tendem a sobrecarregar órgãos como o fígado e os rins e também podem ocasionar carência nutricional - o que aumenta a predisposição à anemia, osteoporose ou outras doenças, sem contar com o lado emocional que também é bastante abalado com o corte ou redução de certos alimentos.
Apesar da disciplina ser essencial, é praticamente impossível fazer uma dieta e não cair na tentação dos docinhos ou outros alimentos considerados \'vilões do emagrecimento\' e dá a dica: "planejamento é essencial para prevenir abusos, por exemplo: se a pessoa gosta muito de sorvete, ela deve se permitir uma taça aos domingos. Ao matar a vontade, ela se antecipa e previne um possível abuso alimentar decorrente da vontade de saciar seu desejo por doces. Apostar em alimentos ricos em fibras e com boa quantidade de água, para ter maior saciedade, assim como consumir folhas e verduras antes das refeições também ajudam a diminuir o apetite", conclui Alessandra.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

DIABETES – QUAIS OS SINTOMAS E COMO EVITAR

DIABETES – QUAIS OS SINTOMAS E COMO EVITAR
Hoje a população brasileira está sofrendo com uma doença bastante séria e que cada dia tem infelizmente ficado mais comum, a Diabetes.
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A Diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla que vem da falta de insulinano corpo causando o aumento de glicose (açúcar) no sangue. O pâncreas é o órgão responsável por produzir a insulina e o problema ocorre, pois ele não consegueproduzir este hormônio em quantidade suficiente para suprir as necessidades do corpo.
Existem 2 tipos de Diabetes e entender como cada tipo funciona é fundamental para não deixar essa doença se agravar.
DIABETES TIPO 1
O primeiro tipo de Diabetes é causado por um defeito no sistema imunológico, ou seja, é um defeito genético que faz com que os anticorpos ataquem as células que produzem a insulina. Esse caso é mais raro e aparece em cerca de 7% a 11% dos pacientes que possuem Diabetes.
DIABETES TIPO 2
Esse tipo de Diabetes está ligado principalmente com a obesidade e sedentarismo e pesquisas comprovam que 60% a 90% dos pacientes diagnosticados com Diabetes são obesos. Neste caso o pâncreas gera produz normalmente a insulina que o corpo precisa, mas o problema é que as células musculares e adiposas não conseguem absorver o hormônio fazendo com que não haja um metabolismo suficiente da glicose na corrente sanguínea.
PRÉ DIABETES
Esse termo é dado para os indivíduos que estão entre a vida saudável e a Diabetes do Tipo 2, ou seja, ele tem um pré-disposição para ter a doença. Lembrando que no caso da Diabetes Tipo 1 não existe pré Diabetes, pois o individuo já nasce com uma predisposição genética de ter a doença.
Os sintomas gerais da Diabetes são:
– Vontade de urinar diversas vezes;
– Fome frequente;
– Sede constante;
– Fraqueza;
– Fadiga;
– Nervosismo e Mudanças de humor;
– Náusea e Vômito.
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Para verificar se você está em algum dos casos citados, existe uma exame chamado Glicemia que consegue classificar se você possui Diabetes e qual a sua classificação. Lembrando que as taxas normais deste exame são de 100 mg/dl a 125 mg/dl, acima disso já é considerado como Diabetes.

5 DICAS DE SAÚDE – HÁBITOS SAUDÁVEIS PARA VIVER BEM

OS SAUDÁVEIS PARA VIVER BEM
No mundo em que vivemos várias coisas contribuem para que não tenhamos bons hábitos em nosso cotidiano não é verdade?
A correria de homens e mulheresem busca de sustento para si e para a família faz com que as pessoas tenham muitos hábitos ruins. Comer correndo, dormir pouco, andar sempre ansioso (a) com os afazeres, pular refeições, passar a maior parte do tempo em uma mesma posição seja sentado, em pé, dirigindo, enfim.
A vida hoje em dia é muito corrida para a maior parte da população, e isso acontece noBrasil e no mundo inteiro.
Não é difícil encontrar pessoas estressadas, nervosas, exaustas, doentes.
Mas afinal, o que é possível fazer para cuidar de si mesmo e não ser engolido (a) por essa loucura que á a vida moderna?
1.       Dormir bem
Ter um sono reparador é fundamental para que o organismo humano se renove a cada dia. As células do nosso corpo se regeneram enquanto dormimos.
O recomendável é que se durma 8 horas por noite. Há pessoas que necessitam de mais algum tempo para se recompor podendo chegar a dormir até 13 horas.
2.       Fazer atividade física
Não tem como fugir dessa recomendação. Se quisermos viver um pouco mais e com qualidade de vida, é necessário praticar exercícios físicos pelo menos duas vezes por semana. Procurar diversificar as atividades. Experimentar coisas novas de tempos em tempos é um segredinho para não desanimar e tornar a atividade física um hábito.
3.       Relacionar-se bem
Ter bons relacionamentos com as pessoas em nossa volta seja em casa, no trabalho, na escola ou até mesmo no trânsito faz toda diferença em nossa qualidade de vida. Sorrir, ser uma pessoa gentil e educada muitas vezes é um exercício árduo que temos que fazer. Contudo, quem o faz, vive melhor, vive mais leve.
4.       Alimentar-se bem
Essa recomendação também é clichê, mas fundamental. Comer bem, fazer corretamente as refeições nas horas corretas nos garante uma vida mais saudável. Comer de três em três horas é o ideal. Comer coisas leves no período da noite é uma boa opção para quem quer descansar a noite toda sem sentir-se com o estômago pesado.
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5.       Não se prender a vícios
Ser viciado em qualquer coisa gera sérios problemas. Cansamos de ouvir isso, mas muitas vezes não eliminamos os vícios de nossas  vidas. É um vício, tudo aquilo que nos prende, nos escraviza, é o que não dá pra viver sem, mas que faz mal à saúde. Um exemplo clássico de vício avassalador é o tabagismo.

“comidas saudáveis” que podem te fazer mal

© Shuji Kobayashi/GettyImages
Por Gabriel Tonobohn
Mesmo que você tente buscar uma alimentação mais saudável, as vezes é fácil se enganar com o marketing das empresas do ramo alimentício e acabar consumindo algo que não vai fazer bem para você ou sua família.
É sempre bom olhar com calma os ingredientes e a tabela nutricional de cada produto antes de comprá-lo. Outra boa dica é sempre preferir alimentos orgânicos e evitar qualquer produto industrializado. Veja aqui uma lista de alimentos que são muitas vezes considerados saudáveis por engano, mas que na verdade podem fazer mal para você.
1 -  Sucos industrializados
© Ian Hooton/GettyImages
Sucos são supostamente saudáveis, certo? Infelizmente, a não ser que o suco seja natural, você deve evitá-los. Sucos de caixinha contém muito pouco da fruta e são compostos basicamente de água, açucar, sabores artificiais e xarope de milho. A pouca quantidade de fruta neles é tão processada que dificilmente conserva qualquer nutriente da fruta original. Sucos de caixinha são péssimos para a saúde. Prefira beber água ou, claro, sucos naturais.
2 – Bebidas esportivas
© Charles D. Winters/GettyImages
A não ser que você seja um atleta que acabou de terminar um treino prolongado e vigoroso, essas bebidas não são para você. Elas contém carboidratos como glicose, maltodextrina e um pouco de frutose. Elas ajudam a compensar as perdas de sudorese, causada pela perda de sódio pelo suor.
Bebidas esportivas não são refresco e não te oferecem nenhuma vantagem a não ser que você esteja praticando atividades físicas intensas.
3 – Óleos vegetais
© Maximilian Stock Ltd. /GettyImages
Com o medo das gorduras saturadas, houve um aumento no consumo de óleos vegetais feitos do milho, canola, soja e outros, considerados mais saudáveis.
O problema é que todos os óleos vegetais fritos (sim, todos!), geram em altas temperaturas, entre outras substâncias, o HNE, um sub-produto de ácido graxo nocivo à saúde. Essa toxina está relacionada com males como doenças cardiovasculares, derrames, alzheimer e câncer, pois sua alta reatividade com moléculas protéicas do DNA e RNA altera de forma substancial o funcionamento celular.
4 – Comidas com baixo teor de gordura
© Glow Images, Inc/GettyImages
É verdade de gorduras saturadas não são tão boas para a saúde, mas as fabricantes de alimentos aproveitaram essa onda saudável para criar comidas com baixo teor de gordura e/ou livre de gordura.
O problema é que eles fazem isso substituindo a gordura com químicos, açucares e adoçantes artificiais, para manter o sabor. Essas coisas conseguem ser muito piores para a saúde do que a gordura saturada.
5 – Salgados sem glúten
© Trevor Williams/GettyImages
Não importa se os salgadinhos são vendidos sem gordura, com pouco carboidrato ou sem glúten. Junk food é junk food. O fato de não conter glúten ou gordura não o torna saudável. Eles geralmente contam com a presença de amidos e açucares complexos que vão direto para o seu sangue.
6 – Margarina
© Andy Crawford/GettyImages
Coloque isso na sua cabeça: margarina é um veneno para a sua saúde. Margarina não é nada mais que óleo vegetal processado e é rica em gordura trans. Comer margarina não é melhor do que beber uma colher ou duas de óleo diretamente da garrafa.
Já a manteiga, apesar de conter muita gordura, é bem mais saudável, além de ser fonte de vitamina K2 e conter proteína e outros nutrientes.
7 – Barras energéticas
© Maximilian Stock Ltd. /GettyImages
Aqui vale a mesma dica das bebidas esportivas: barras energéticas ou de proteína não são recomendadas a não ser que você seja um atleta que acabou de terminar seu treino.
Atletas precisam de um nível de proteína maior do que a média das pessoas. Mas a maioria dessas barras tem alto teor de açucar, farinha branca, xarope de milho, gordura trans e outras coisas que você normalmente não gostaria de consumir. Na verdade, mesmo que você for um atleta, se puder evitar isso tudo, ainda melhor.
8 – Cereais matinais
© Brand New Images/GettyImages
Cereais matinais são, em geral, muito processados, o que fazem perder a maioria dos nutrientes dos grãos originais. Geralmente também, são cheios de açucares e carboidratos.
Fuja das marcas mais famosas e procure cereais orgânicos sem açucar. Sempre verifique a tabela nutricional e os ingredientes usados no produto antes de comprá-lo.

Proteja o coração com chocolate

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Tendemos a associar o chocolate ao acúmulo de gordura corporal. Mas apesar de ser bastante calórico, ele também proporciona uma série de benefícios à saúde: alivia os sintomas menstruais, combate o envelhecimento, evita inflamações e promove um melhor funcionamento do sistema cardiovascular.
Segundo um novo estudo da Universidade Estadual da Louisiana, apresentado na Sociedade Americana de Química, a interação dos compostos do chocolate amargo com as bactérias da flora intestinal gera benefícios para o coração.
No intestino vivem dois tipos de microorganismos: os “bons” (bifidobactérias e bactérias do ácido láctico) e os “ruins” (clostrídios e E. coli). Quando comemos chocolate, os primeiros crescem e geram uma substância com propriedades anti-inflamatórias que protege o tecido cardiovascular, reduzindo o risco de doenças no longo prazo.
Para chegar a esses resultados, a equipe analisou três tipos de cacau em pó, simulando em tubos de ensaio o processo digestivo. Eles observaram que a interação das substâncias antioxidantes e fibras dietéticas do chocolate com a flora intestinal metaboliza os polímeros polifenólicos em moléculas menores, de ação anti-inflamatória.
Segundo John Finley, diretor do estudo, se o cacau for misturado a alimentos probióticos, a ação dessas moléculas é potencializada. Alho, cebola, trigo e aveia são alguns dos alimentos que contêm esses elementos não digeríveis e benéficos para o coração.
Com tantas vantagens para a saúde, que tal esquecer a culpa e saborear um delicioso chocolate?

Por que é importante consumir alimentos ricos em flavonoides


Por Lola Kuperman
Os flavonoides, compostos presentes em alimentos como frutas vermelhas, chás, chocolate amargo e vinho tinto, reduzem a resistência à insulina, regulam o nível de glicose no sangue e tem ação anti-inflamatória, segundo um novo estudo publicado no Journal of Nutrition.
Segundo os pesquisadores, a ingestão de alimentos ricos em flavonoites pode ajudar a prevenir o diabetes tipo 2.
O estudo foi realizado com duas mil mulheres saudáveis, entre 18 e 76 anos, que preencheram questionários sobre sua alimentação diária e forneceram amostras de sangue durante um período de quatro anos. Foi o primeiro estudo em grande escala a observar os efeitos dos flavonoides e sua relação com o diabetes.
“O estudo se concentrou nas flavonas, encontrado em ervas e hortaliças, e nas antocianinas, presentes nas frutas vermelhas, uvas rosadas, vinho tinto e outras frutas vermelhas ou azuis”, explica Aedin Cassidy, pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de East Anglia, na Inglaterra.
O diabetes tipo 2 se origina de uma resistência do organismo à insulina. As mulheres que ingeriram uma quantidade maior de flavonoides apresentaram menor resistência ao hormônio. O consumo elevado de antocianinas também foi associado a um menor risco de inflamação crônica e diabetes.
As mulheres que incluíram chá, mirtilos, amoras e outros alimentos ricos em flavonoides na dieta também adotaram um estilo de vida mais saudável, o que pode ter contribuído para os resultados.
Os flavonoides proporcionam uma longa lista de  benefícios à saúde, além dos citados pelo estudo. Possuem propriedades antibacterianas, antivirais e antifúngicas; inibem o crescimento das células cancerosas; ajudam a tonificar o músculo cardíaco; aumentam a resistência dos vasos sanguíneos, prevenindo hemorragias e evitando a formação de trombos.
Os flavonoides também protegem o fígado e o estômago, auxiliando na regeneração desses órgãos, e contribuem para a redução do colesterol.
No entanto, tanto o vinho tinto como o chocolate devem ser consumidos com moderação. Uma dieta rica em calorias e o consumo excessivo de álcool também aumentam o risco de desenvolver o diabetes.
Confira algumas ideias para incluir os flavonoides em sua dieta de forma saudável:
Acrescente frutas vermelhas na salada
Corte o alface em pedaços e espalhe rodelas de maçã, amêndoas torradas e frutas vermelhas. Tempere com mel, vinagre ou azeite de oliva.
Para terminar um dia estressante
Derreta uma barra de chocolate amargo em banho-maria, misture com amoras e acompanhe com uma taça de vinho tinto, ao som de Billie Holiday.
Chá a qualquer horaUm chá é uma boa opção em qualquer estação, seja para começar a manhã ou relaxar à noite, no frio e no calor. No verão, experimente chá verde com laranja ou chá preto com limão e menta.
Coquetel de frutas vermelhas sem álcool
Recomenda-se um copo de suco de frutas vermelhas (como morango, amora,framboesa ou mirtilo)  por dia para prevenir infecções urinárias e úlceras estomacais. Encha um copo grande com gelo, acrescente o suco até a metade e complete com água com gás. Fica uma delícia.
Brownies de chocolate saudáveis
Derreta 150 gramas de chocolate amargo no microondas por um minuto e meio, acrescente 100 garmas de manteiga e aqueça por mais um minuto e meio. Em outro recipiente, bata dois ovos com uma xícara de açúcar e misture com o chocolate. Adicione meia xícara de farinha e mexa até a mistura ficar homogênea. Unte uma assadeira, polvilhe com farinha e leve a mistura ao forno pré-aquecido durante 15 minutos. Depois de esfriar, corte os brownies em quadradinhos. Para acompanhar, uma taça de vinho tinto.
Chá de cacau, um poderoso antioxidante
Ferva 350 ml de água, adicione duas colheres de chá de cacau moído e ferva durante mais cinco minutos. Apague o fogo e acrescente um pauzinho de canela, meia colher de chá de essência de baunilha e gengibre. Deixe repousar por oito minutos, coe e sirva bem quente.

nutrição, a melhor dieta!

A única maneira de perder e não voltar a ganhar peso por um bom tempo é comer bem em menor quantidade e queimar calorias. Uma dieta pobre e a falta de vitaminas A, C e E tornam seu organismo vulnerável.

Na segunda, você começa?

Da dieta da lua ou da toranja até a mais atual triste e célebre dieta Atkins, há centenas de maneiras de perder peso. Hoje em dia existe uma variedade de dietas à nossa escolha no lugar daquelas antigas, em que se contavam calorias. Porém, ao mesmo tempo, o número de pessoas com problemas de obesidade aumenta no mundo todo.

Tome água e a vida sorrirá para você!

A água regula a temperatura corporal, ajuda na digestão e elimina as toxinas através dos rins e da urina. Ela também deixa a pele mais brilhante e bonita – cerca de dois terços do corpo são compostos por água. Beber bastante água também ajuda a reduzir os riscos de doenças da bexiga, como a cistite.

Vitaminas A, C e E para um corpo saudável

Os radicais livres atacam outras células e podem provocar câncer. Não são normalmente perigosos, exceto quando o organismo está vulnerável. As vitaminas A, C e E são antioxidantes que estabilizam os radicais livres e estimulam o sistema imunológico.

COMO TER UMA MENOPAUSA NATURAL

Dieta

- Adote uma dieta que contenha 50% de alimentos crus.
- Reduza a ingestão de sal, porque ele provoca a retenção de líquidos e também aumenta a excreção de cálcio na urina.
- Inclua brócolis, algas marinhas, salmão, sardinha e peixes brancos em sua dieta.
- Tome iogurte de baixas calorias.
- Beba dois litros de água por dia para manter-se hidratada.
- Evite os produtos de origem animal e laticínios (exceto o iogurte), porque esses alimentos agravam as ondas de calor e são fatores que contribuem para a perda de cálcio dos ossos.
- Evite o álcool, as comidas condimentadas, sopas e bebidas quentes. As bebidas quentes provocam ondas de calor e o açúcar pode agravar as mudanças de humor.

Suplementos nutricionais

- A vitamina E reduz vários sintomas, especialmente as ondas de calor.
- Os comprimidos de lecitina auxiliam no funcionamento da vitamina E, portanto também reduzem as ondas de calor.
- O óleo de prímula (Oenothera Biennis) e a semente de groselha são importantes para a produção de estrógeno, combatem as ondas de calor e também têm propriedades analgésicas.
- O óleo de linho é bom para reduzir as ondas de calor e a secura vaginal.
- A vitamina B5, também conhecida como a vitamina anti-estresse, melhora a circulação.

Sugestões herbais

- A erva de São Cristóvão (Cimifuga racemosa) é útil para mulheres que sofrem ondas de calor.
- A sálvia parece diminuir a produção de suor, portanto é recomendada para as mulheres que transpiram muito como conseqüência das ondas de calor.
- O aloe vera e o pó de olmo são usados para aliviar a secura vaginal. Misture-os até formar uma pasta com consistência semelhante à pasta de dente. Aplique-a na vagina à noite.
- A damiana é considerada afrodisíaca desde a Antiguidade, e tem sido utilizada no tratamento de vários distúrbios sexuais.
- O funcho (erva-doce), o alcaçuz, a raiz de falso-unicórnio, o inhame mexicano e a framboesa são estimulantes do estrógeno. Tome cuidado para não usar o alcaçuz por mais de sete dias seguidos e não use sálvia caso sofra de algum tipo de apoplexia.
- As raízes de camomila e valeriana ajudam a relaxar o corpo. Você pode usá-las se tiver dificuldade para dormir.

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